sábado, 15 de fevereiro de 2014

Canguru relapso

Um grupo de políticos australianos sustentou a tese de que as mães cangurus não estavam portando e transportando seus filhotes com total e plena segurança. Suas bolsas eram falhas. Era preciso intervir pelo bem e futuro da cangurusada. Seria urgente artificializar essa relação para, reforçando o zelo, garantir a segurança dos canguruzinhos e perpetuar a espécie. Seria fundamental criar uma sobrebolsa ou bolsa auxiliar, devidamente patenteada, inspecionada e licenciada, e obrigar seu uso -  doa a quem doer – (com rápidas e sutis exceções) – pelo bem do povo canguru. Eu prometo e tenho dito. Salve-se quem puder.
Ainda bem que isso é lá na longínqua Austrália. Ainda bem.



Direitos H.

O grupo ruidoso dos “DHs” prefere defender bandidos por isso não empenha discurso, passeatas e gritaria em prol de mineiros honestos, pais de família e gente de bem. A turma dos D.Hs busca outras emoções. Tirar a cara por mineiros não da manchete. Charmoso é defender bandidaço travestido de opositor político. Durma-se...

Direitos humanos

Não entendo como o pelotão de choque dos “direitos humanos” não protesta, veementemente contra esse trabalho escravo no fundo de minas e jazidas. Ah – mas os trabalhadores ganham salário e benefícios e assim sustentam suas famílias – dirão alguns. Nenhum dinheiro paga a perda inexorável da saúde nem compensa o permanente risco de vida. Esse serviço de “tatu”, de “marmota”, de “furão” é, obviamente para esses bichos e para maquinas, sondas e robôs. E hoje a moderna tecnologia, se quiser, pode operar milagres, nessa área. No fundo abismal dessas minas não esta a cura da leucemia nem a panacéia para tratar outros flagelos da humanidade. Lá tem ouro, diamantes, cobre, carvão e coisas do gênero cifrão.

De lá vem dinheiro para enriquecer alguns e apenas isso. Não vale o investimento em vidas humanas. Não vale mesmo! 

Cadeirinhas 2

Se perguntar não ofende – vamos perguntar?

a)    Táxi está obrigado a ter cadeirinha?
b)   Quantas?
c)    Ônibus tem que ter cadeirinhas?
d)   Sendo um item obrigatório, os novos carros já virão com cadeirinhas de fábrica?
e)    Se aquela mãe desesperada, com um filho no colo, pedir carona até o pronto socorro, você dará, mesmo que não tenha cadeirinha no carro?
f)      Se você tiver criança no carro e não tiver cadeirinha será penalizado – mas se tiver cadeirinha sem criança o que acontecerá?
g)    Quem fiscalizará?
h)   Se você tem 4 filhos e o mais velho ainda precisar de cadeirinha, como fará para viajar com a família?
i)      Se você já tem 2 filhos, encomendará outro?
j)      E se vierem gêmeos?



Cadeirinhas 1

Está visto que essa “lei da cadeirinha” é mais um casuísmo do “cartório Brasil”.
É mais um dispositivo para manter o brasileiro comum sob o fio da espada estatal.
Como a humanidade conseguiu chegar até nossos dias sem a dita cuja cadeirinha?
Como não sucumbiram nossas crianças?
Um verdadeiro milagre! ...



Sistemas, regimes, etc.

Comunismo, socialismo, capitalismo, cooperativismo, associativismo, são, na verdade, sistemas ou regimes de natureza econômica. São meios e maneiras de produzir, prover e distribuir riquezas. São formas de encaminhar a satisfação das necessidades humanas, através de bens e serviços.
A ideologia – ou melhor o discurso ideológico perde força em face de circunstancias especiais e ou de condições inusitadas, sem falar em caso fortuito e força maior. Não há a rigor, nenhum sistema melhor ou pior que o outro – todos são eficientes ou falhos conforme a circunstancia, a situação e a contraprova real do comportamento social. O ideal seria usarmos o melhor de cada teoria, como quem compõe uma salada nutritiva, saborosa e atrativa, para melhor satisfazer as genuínas necessidades de uma sociedade justa, harmônica e produtiva.
A verdade é grandeza valiosa para pertencer a uma só ideologia. A pródiga mãe razão distribuirá, com equidade, seu leite de bom senso para saciarmos nossa fome de verdade.
Assim sempre foi, é e será, felizmente. Ausência disso é conflito e caos.


Assédios telefônicos

É caso de policia o assédio que sofremos, cotidianamente, via telefone, por parte de seguradoras, cartões de credito, polishops e especialmente das próprias prestadoras de serviços telefônicos.
Ninguém tem sossego!
Um amigo, declaradamente contra toda essa modernidade tecnológica, sentencia: - “não atende, ora”.
Não é tão fácil assim. Hoje com toda essa conectividade e essa dependência informativa, ninguém resiste e sempre atende as chamadas. Atende até chamada desconhecida ou número bloqueado.
Convenhamos: - o homem é um animal curioso.
É de nossa natureza.É quase impossível não atender.
Ao atender vem toda aquela “chorumela” de vantagens e promessas.
Uma verdadeira invasão de privacidade.
E só querem nossa “assinatura vocal”.
Nossa concordância com as propostas (indecentes) de ganhos, vantagens, lucros e felicidade sem fim.
Durma-se com um barulho desses.
E quem nos defende?
Os governos sabem quando não pagamos ou atrasamos impostos – mas nunca sabem quem nos inferniza e o que nos chateia – por vias rigorosamente legais, pois devidamente concedidas e licenciadas pelo “poder público”.
Pode?